Postando pelo Drivel

Post teste pelo Drivel. Espero que dê certo.

Bom, tô postando mais pra compartilhar minha alegria nerdiana de ontem: meu livro do Call Of Cthulhu chegou! Aeeeeeeeeeeeeeeeeeee! Agora não preciso mais ter vergonha do meu xerocão! E vou aproveitar e falar um pouco do livro. Tudo bem que só folheei e nem li, mas vamos lá.

O livro que veio pra mim é a sexta edição, o que significa que tem algumas correções de regras em relação ao meu xerocão, além de provaveis novas regras. A parte gráfica também é mais caprichada. Por mais que eu gostasse do visual simplesão e limpo do livro anterior, a arte dessa edição é muito boa. Os títulos dos capítulos são escritos em uma fonte diferente e estilizada, enquanto os textos continuam alinhados da mesma forma que na versão que tenho em xerocão. O fundo das folhas são bem limpos, ainda bem, apesar de terem uma artesinha ao fundo. Não houve muitas mudanças em termos de ilustrações, notei apenas uma ou outra em posições ou tamanhos diferentes. A única coisa que senti falta foi a tirinha ao final do livro explicando em miúdos que em CoC o que importa é o tanto que seu personagem consegue se deslocar a cada segundo, e não se ele é o mais porradeiro do grupo.

Além disso, assisti ontem, pela segunda vez em companhia de meu amigo Bouças ao excelente anime Perfect Blue. Recomendo a todos os fans de animes mais maduros e que gostem de uma boa história. Aliás, boa não, ótima história. Quem gosta de cinema também vai aprecear o citado filme, pois nada tem a ver com os meiogs e super-alegres anime com traços infantis e apelativos que encontramos normalmente. A história é baseada num romance, tudo bem, mas em termos de Japão um anime ser inspirado em uma obra litarária de ficção seria a mesma coisa que uma adaptação hollywoodiana de um livro de sucesso. O desenho é de 98, mas a ambientação não fica muito clara se é antes desse ano ou não – acredito que sim, devido algumas referencias culturais. Bom, sobre a trama trata-se de um thriller com pitadas de gore. No mais belo estilo Dario Argento – dada as suas devidas proporções, já que não é uma mera cópia dos filmes do italiano. Conta a história de uma cantora ídola-pop que resolve largar essa carreira e se tornar uma atriz. Problemas psicológicos surgiram e uma cadeia de eventos surreias e sinistros começarão a ocorrer e tais eventos se desenrolarão de forma muito coerente e bem intrigante. Vale a pena dar uma conferida.

Não me lembro a outra coisa que ia comentar. Na verdade, acho que não tinha mais nada pra comentar e sismei que tinha. Ah! Lembrei. Normalmente eu vejo o povo reclamar que na rádio só tem tocado “emo”. Eu, de boa, não sei o que é pior: emo ou esse pop-eletrônico, ou ainda, esse dito “hip-hop”. Acho que fico com o “emo”, pois mesmo que não goste de nenhuma banda que atualmente se rotule como tal eu ainda prefiro qualquer rock a pop-eletrônico e “hip-hop”.

É isso! E a WikiRPG já tá pra entrar no ar com um exemplo. ;]

Até!

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