Archive for the ‘filmes’ Category

Porque a Megan Fox não é tão gostosa assim

Teve uma coisa que me encheu o saco esse ano: o fato de tentarem convencer que a Megan Fox (morena, estilo hollywood, com local) é a atriz mais sexy (eufemismo para gostosa) da atualidade. Além de eu achar que ela tem cara de scort girl (prostituta de luxo, não de vagaba) posso listar pelo menos 20 atrizes hollywoodianas que acho melhores (fisicamente falando. Se entrar no aspecto dramaturgo, pfff, tadinha da “morena, estilo hollywood, sem arrependimento. Faço viagens, jantares e almoços de negócios”). E olha que ainda só listei atrizes de hollywood, pois, se adicionar atrizes brasileiras e européias e outras do mundo pop e da música chego fácil no Top 50.

Leighton Meester
Amy Smart
Amanda Seyfried
Naomi Watts
Jeniffer Love Hewitt
Jessica Alba
Alana De La Garza
Kristen Bell
Zooey Deschannel
Olivia Wilde
Ellen Page
Marisa Tomei
Elisha Cuthbert
Elizabeth Banks
Katherine Heigl
Diane Kruger
Mélanie Laurent
Blake Lively
Eva Green
Scarlett Johansson

P2P é bacana! Viva a mulinha! Viva o torrent! Viva o buscador de almas!

Pois é, meus caros!

Vira e mexe o Peer-to-Peer (P2P – ponto-a-ponto) está em evidência na mídia. E sempre com um ar de criminalidade quase comparável a falsidade ideológica, estelionato e afins. Trabalho muito bem feito pelos órgãos que defendem os “direitos autorais dos artistas” (tá! conta outra, vai), já que nos últimos meses vimos trackers famosos e que vão deixar saudades para alguns (nunca me deram convites pra eles. 😥 ) sendo fechados, gente sendo processada, servidores Ed2k dizendo adeus e mais gente sendo processada. Pois é… algumas redes até correm o risco de morrerem se as coisas continuarem assim. Vou sentir saudades.  E já repararam que praticamente 100% desses órgãos são formados pelas grandes gravadoras que ainda estão presas à formatos antigos de produção e acham que artista bom é artista que gera milhões? Que raramente você vê pequenas gravadoras reclamando das redes P2P, sendo que elas sofrem ou sofreriam muito mais do que as grandes? Pense que elas vendem menos, tem menos divulgação (o que é relativamente resolvido com essas redes de compartihamento), menos artistas.

Já até ouvi que quem ama o cinema não deveria usar P2P. Mas discordo inteiramente.  Sim. Eu apoio o P2P. Me chamem de pirateiro, me chamem de ladrão, me chamem do que quiser. Só que não vou mentir: graças a essas diversas redes conheci diferentes bandas (das quais acabei comprando alguns se não todos os albuns, DVDs, ingressos de shows, merchs), assisti filmes que nunca poderia, séries de desenhos antigas que nunca poderia ter oportunidade, e por aí vai. E aí, meus amigos, que acho que as redes de compatilhamento tem seu mérito.

Talvez eu faça parte de um grupo mínimo que usa essas redes para fins benéficos, se assim posso dizer. Ao contário da maioria não estou nem um pouco interessado em TELE-SYNCS e companhia. RIPs das séries do momento, 0-day dos softwares mais usados, os últimos hits dos artistas mais pops e coisas do gênero. O que procuro em redes P2P são filmes que não posso ver por aqui – nem em VHS, nem em DVD. Os últimos filmes que suguei na mula foram Soylent Green (No Mundo de 2020 – RIchard Fleischer), Eraserhead (David Lynch), Naked Lunch (esqueci o nome em português – David Cronenberg), The King of Kong – Fistful of Quarters, Der Krieger und die Kaiserin (A Princesa e o Guerreiro). Música, então, fica até complicado listar tantas coisas que seriam praticamente impossíveis de se encontrar por aqui. Okay! Eu poderia comprar DVDs importados, gastar rios de dinheiros que não tenho, sempre dando tiros no escuro – principalmente com músicas.

Não quero convencer ninguém de que P2P é bom e você deve usar. Até poderia, mas não tenho porquê. Só que existem utilidades além de dar uma de espertinho assistindo uma filmagem tosca da tela do cinema com a última novidade. E é por isso que gosto tanto de P2P.

Grande Abraço!

Links:

Soylent Green, Richard Fleischer – No Mundo de 2020: http://www.imdb.com/title/tt0070723/
Eraserhead, David Lynch:  http://www.imdb.com/title/tt0074486/
Naked Lunch, David Cronenberg: http://www.imdb.com/title/tt0102511/
The King of Kong – A fistful of Quarters: http://www.imdb.com/title/tt0923752/
Der krieger und die Kaiserin, Tom Tykwer – A princesa e o guerreiro: http://www.imdb.com/title/tt0203632/

(vou ficar devendo links pra notícias de P2P… já enrolei demais aqui no trabalho. hehe!)

PS.: Rapidshare, Easyshare, Megaupload e companhia *não* são P2P! E por favor, parem de abusar desses serviços. Estou cansado de ler mensagens que fui filtrado porque acabaram os slots para o meu país.

Não estou para músicas alegres hoje.

Sábado fui ao show do Devo. Espetacular. Falo disso depois.

Não ando tendo muito o que falar. Falta de tempo pro blogui. Trabalho chato. Não consigo me concentrar nele. Não me importo de estar fora da Dead Line. Não me importo em não entregar as coisas no prazo. Não me importo com ele mais. No inicio pareceu uma decisão sábia aceitá-lo por ser temporário e de curta duração. Hoje soa como uma atitude tola. Acabou por me atrapalhar na faculdade, a qual estou tendo second thoughts e pensando em largar.Tomar atirude drástica e me dedicar ao que realmente desejo.

Hoje não tô muito animado. Chovendo muito. Clima ameno. Bom. Mas estou disperso, mal concentro no meu trabalho. Só quero ficar a ouvir músicas de melodias melancólicas, letras com metáforas ou simplesmente composições clássicas e incrivelmente tristes de Rachmaninov.

Sem vontade de fazer nada.  Nem de ler. Talvez de assistir a filmes que já vi dezenas de vezes. Ou escrever. Ou simplesmente ficar deitado ouvindo músicas de melodias melancólicas ou de melodias felizes mas com um clima triste (conseguem compreender isso? espero que sim, porque não me ocorrem exemplos), pensando em possibilidades que não se concretizaram ou não concretizarão e como seria bom “se”. Querer estar em outro lugar imaginando que talvez eu estivesse melhor lá, mas em seguida cojitar o fato de ser um possível delírio momentâneo e que talvez as coisas só ficariam pior lá. Ou ter a certeza de que as coisas seriam no mínimo diferentes, contudo, saber que não é possível. Não agora.  Pensar que tenho que mudar minha postura com algumas coisas e concluir que boa parte das coisas que queria mudar dependem de fatores externos que me desanimam e me fazem permanecer estático. Não gosto de ser estático. E a mudança não é simples. E estou tentando mudar.

Acho que é o primeiro post confessional deste blogui. Tenho que voltar ao trabalho.

Twin Peaks, Música e RPG.

Opa!

Muito tempo sem atualizar. Os últimos meses foram bem puxados, praticamente não tive tempo de ficar aqui de bobeira. Mas vamos lá! Atualização gigante!!

Bom, alguns de vocês provavelmente já ouviram falar de Twin Peaks, certo? Para quem nunca ouviu falar trata-se de uma série de TV pelo cultuado diretor David Lynch, do qual eu não tenho muita apreciação. Mas tenho que admitir! Twin Peaks é excelente. Um trama bem montada, personagens realmente desenvolvidos, personagens mais obscuros do que se pode imaginar, tensão. É uma pena que não se façam mais séries como essa – uma história relativamente simples, sem elementos fantásticos e uma ÚNICA investigação que leva a série toda. Recomendo!

Não sei quanto a vocês, mas os novos álbuns da Sahara Hotnights (What If Leaving Is A Loving Thing) e Interpol (Our Love to Admire) foram lançados recentemente. O novo da Sahara Hotnights ficou aquém das expectativas, já que o anterior eu achei muito bom. Já o novo do Interpol é o oposto. MUITO bom!

O problema com o novo álbum das Saharas Hotnights é porque achei ele um pouco perdido, sem muita definição do que elas queriam: é para ser um CD dançante ou um CD calmo de baladas rock? Não achei RUIM, muito pelo contrário, só que os anteriores são bem melhores que esse último. O caso do Interpol é, novamente, o contrário. Temos uma ótima seqüência de músicas muito bem selecionadas, que passam um clima exato do álbum. O nível do Our Love to Admire é igual ou maior do que os dois anteriores (sem contar o Black Sessions), destaque para as faixas 1 ( Pioneer to the Falls), 5(Mammoth), 6 (Pace is the Trick) e 7(All Fired Up).

Ainda sobre música, tenho que admitir que estou viciado no This is Hardcore do Pulp, definitivamente o melhor álbum deles em minha humilda opnião. Se um dia eu tiver que montar um Top 5 Músicas para Fim de Relacionamento pode ter certeza que duas desse álbum entram, e se um dia eu for montar um Top QualquerCoisa Músicas de Declaração Não Tão Boazinhas Assim tenha certeza que pelo menos uma deste álbum entrará nessa lista.

A mais ou menos 10 dias atrás teve o EIRPG desse ano. Como no ano passado fui acompanhado do pessoal da Conclave Editora e amigos e tentei jogar aquilo que não tenho a oportunidade de fazê-lo fora do EIRPG, ao contrário da maioria que prefere jogar os mesmo jogos que elas jogam todas as semanas em qualquer lugar. Dentre esses jogos estava o Desafio de Call Of Cthulhu, o qual eu perdi. E jogos de tabuleiros muito divertidos, como Ingenious, Dynasties, Die Sieben Siegel (tudo bem. È um jogo de cartas, mas não se trata de um CCG), Desbravadores de Catan (Settlers Of Catan). Isso só foi possível graças ao pessoal da Ludus, que tiveram uma sala para a demonstração dos jogos e divulgação da Ludus. Sem contar o RPG mais insano que conheci nos últimos anos: My Life With My Master.

Isso é tudo! Obrigado ao pessoal que foi comigo, ao pessoal do Cthulhu e da Ludus (especialmente o Banin que ajudou com o nome de alguns jogos que eu esqueci. hehe!).

Até mais!

FOTOS:

Dynasties: http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1226.jpg

Desbravadores de Catan: http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1222.jpg

http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1221.jpg

Marvel Heroes: http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1220.jpg

BattleLore:

http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1219.jpg

Guerra do Anel:

http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1218.jpg

Munchkin: http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1216.jpg

Cartaz do Primeiro EIRPG:

http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1203.jpg

D&D Clássico (Mestre: Ricardo Mateus): http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1202.jpg

Dogs Of Vineyard (Mestre: Itiro): http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1201.jpg

Me Empresta seu DVD?

Rafael: “Me empresta seu DVD do Muse?”

Timmy: “Não.”

Rafael: “Pô! Cê sabe que eu cuido bem.”

Timmy: “Não é isso. É que é crime.”

Rafael: “Como?”

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Salvo que todas as locadoras são criminosas…

É pra rir, né?

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A verdade é que não tô tão inspirado assim para postar. Okay, eu poderia falar sobre o filme Pi que assisti alguns dias atrás, só que não ando tão empolgado para falar de filme, ainda mais filmes que 1/100 das pessoas que eu conheço iriam se interessar. Me pergunta porquê? Respondo: trata-se de um filme sobre um *matemático* que está pesquisando sobre um padrão dentro da bolsas de valores que podem leva-lo a anteceder as variações de mercado. Com o decorrer da história o personagem se envolve com pesquisadores judeus da Kabala e a busca destes pelo número que levaria ao verdadeiro nome de Deus. Além de um firma que quer a sua dedução da bolsa de valores para enriquecerem. Fora isso, há ainda suas crises com uma doença que não deixa muito claro no filme o que é. Sem contar que o filme é preto-e-branco e com pouquíssima ação. Entenderam agora o 1/100?

Tinha pensado em falar sobre outras trivialidades, como as HQ’s que pretendo comprar, o cubo mágico que comprei, sobre as aulas de alemão que começarei ano que vem e sobre o conto que escrevi e pretendo publicá-lo aqui num futuro próximo. Mas não quero falar sobre nenhum dessas coisas. Aliás, tô desconfiado de que não quero falar sobre coisa alguma. Se bem que mensionar sobre o fato de eu estar completamente viciado numa única música do provável melhor CD (Dig Me Out) da já extinta (:cry:) banda Sleater-Kinney pode ser válido. Principalmente se eu levar em conta que ao ouvir a primeira faixa que leva o nome do album eu simplesmente tenho uma vontade absurda de me tornar guitarrista. Eu nunca tive essa coisa de “quero ser guitarrista! guitarras for the win! irooooooon! metaaaaaaaaal”, muito pelo contrário – sempre odiei guitarras neste estilo, sem energia, somente técnica e com um tipo de som e melodia que me desagrada (veja, não estou dizendo que sejam ruins, estou dizendo que eu desgosto). Porém, o barulho e a energia da introdução com pouquícimos acordes (3, acho) são suficientes para que eu tenha vontade de empunhar uma guitarra. Não que a música perca força com após a introdução (mesmo porque a música segue exatamente a introdução, menos no refrão), mas é o impacto dela que me chama mais atenção. A música toda é muito boa, o vocal suplicante e aflitivo e a melodia poderosa encaixam-se perfeitamente com o que veio antes e não te deixam decepcionado, ao contrário, te fazem querer deixar no repeat e ignorar o resto do album – o que seria uma lástima.

No mais, é isso.

*********
capa do dig me out:

Photobucket - Video and Image Hosting

O Pacto

Estou eu, aqui, pensando em algo interessante para postar e não consigo imaginar nada que valha a pena. Acabei decidindo por fazer um breve comentário a respeito do último filme que vi, na quinta-feira, em companhia de uma amiga – ótima companhia, apropósito. O tal filme é o (nota para a brilhante tradução) O Pacto (The Wicker Man). Nicholas Cage no elenco é sinal de um filme ao mínimo assitível, e levando-se em considerção que os útlimos, sei-lá, oito filmes que assisti com ele eu gostei e muito valheria a pena arriscar.

Observações a parte sobre a sala de cinema e quem estava a freqüentá-la naquela chuvosa noite de quinta-feira, o filme é interessante. A trama é bem desenvolvida e um certo mistério macabro passa a rondar o filme com o desenrolar da história. O final foi bem legal e de certa forma surpreendente para os padrões hollywoodianos de finais. Só que me refiro ao desfexo do enredo, não ao fim literal, o qual contém uma cena totalmente dispensável que acaba estragando o filme – sim, eu acho que uma única cena final após um excelente desfexo estraga um filme por todo. Fora o final, outra cena que me chamou muita atenção é a parte onde Nicholas Cage vai até a escola local investigar sobre o suimiço da tal menina – pois é! nem expliquei a história do filme e estou a falar sobre o final e cenas em especial, mas, como diriam alguns por aí, ‘google é seu amigo’ – há ao fundo, no quadro negro, um poema de
William Blake e quando ele abre a carteira onde a menina deveria estar sentada sai um corvo de dentro dela. Referências muito boas.

Concluindo, tinha achado o roteiro e a história muito boas, quando para minha fustração descubro nos créditos finais se tratar de uma refilmagem de uma adaptção. Jóia! Definitivamente não há mais mentes criativas nos EUA.

Um grande abraço!

Vídeos legais…

******LEIAM ATÈ O FIM**********

Opa!

Aqui vão uns vídeos bem bacanas que encontrei no google videos e no youtube. Espero que gostem… comentem os vídeos aqui, se possível, para podermos discutir.

Abraços!

Dancem, Macacos, Dancem:

com legendas:

http://www.youtube.com/watch?v=iuJ_XRjDRQU

dublado:

http://www.youtube.com/watch?v=CL65eW6Y46A

original:

http://www.youtube.com/watch?v=L7UnHOTnPNk

original do original (só o audio):

http://www.milkandcookies.com/links/17648/
(se quiser salvar, é só apertar o botão direito e ir em “Salvar Link Como” – ou equivalente.)

o poema:

http://iacs5.ucsd.edu/~pbang/dance_monkeys_text.htm
palmas para Ernest Cline!

Esse também é muito bom…

http://www.youtube.com/watch?v=yfPL8ZFs6Y8

esse último e o mais crítico de todos:

http://video.google.com/videoplay?docid=5310352391555601366
Divirtam-se!

Obs.: todos os links abrem na mesma janela.

FALTAM 6 DIAS PARA O LANÇAMENTO DO NOVO ALBUM DO MUSE

Gore, E3, SL…

Olá!

E então que os nossos queridos cinemas juizforanos já não mais estão a exibir 'O Albergue'. Agora ou eu 'baixo', ou espero o DVD sair. Vai ser como Cabin Fever, o outro único filme do Eli Roth que eu conheço (ah, tem uns lances dele no Kill Bill 2 e a 'animaçãozinha' Rotten Fruit. É uma pena que o cinema dessa cidade seja tão pracário quanto aos filmes em cartazes. Basicamente, só os blockbusters ficam em cartaz por mais tempo. E depois reclamam dos 'downloads em massa de filmes que ainda estão em cartaz', 'as pesoas não vão mais ao cinema', etc etc etc.

E estamos em Maio. Época de E3. Ainda não tive muito tempo de ler o que vem vindo por aí e dar a minha opinião sobre a nova geração de consoles. Porém, já conferi algumas fotos de modelos usadas na divulgação dos games. Bom, eu gosto porque elas são realmente bonitas – nem todas, vá! – e gostosas. Só que acho isso um pouco apelativo demais. Tudo bem, a maior parte do público é masculino e nada mais lógico que usar belas modelos para ajudar a divulgar os jogos e atrair o público aos estandes das empresas, certo? Certo. Acontece que, mesmo que menor, mas crescendo, o público feminino existe. E será que não seria mais interessante se não fossem utilizadas somente modelos femininas, mas também modelos masculinos? Digo isso porque se mulheres bonitas atraem homens, creio que homens bonitos atream mulheres… Talvez a utilização de modelos de ambos os sexos em tais eventos ajudassem ao mundo dos games ser menos machista.

E falando na E3, saiu notinha na revista Veja sobre a nova geração de consoles. Nada surpreendente a matéria. E tem uma outra matéria na revista, mais interessante que essa e muito mais importante. Há um artigo sobre a adoção do Software Livre no Governo Federal. Em resumo, a revista desqualifica a ação de Lula em expurgar a Microsoft e seus proprietários, caros e 'infecciosos' softwares dos computadores do Governo Federal. É dito na metéria que o dinheiro fora muito mal investido e não houve grandes avanços, inclusive houve uma série de problemas na hora de aplicar as soluções em SL. Tudo bem, críticas aceitaveis. O que me indignou foi que a abordagem não criticava o método e o mau planejamento e sim o Software Livre em si. Há inclusive um quadro onde afirma-se que o barato sai caro. Será mesmo?

Isso sem contar que chegam ao absurdo de misturarem a ação de Lula em 'dar de graça' urnas eletrônicas para eleições de países visinhos. O que tem haver uma má gestão e decisões mal planejadas com o Software Livre? Será mesmo que má ações refletem na má qualidade de um software ou na filosofia de tal? Creio que se o SL não fosse uma solução viável para implementação em governos, vários países europeus não o teriam adotado. Além disso, não seria melhor dar a chance de desnvolvedores de SL de criarem soluções para o Governo e ter a certeza de que não há nada escondido no código do programa, já que estes são de código aberto, do que ter que confiar em empresas Norte-Americanas com produtos de código fechado que cobram por milhões de reais pela simples utilização de tais produtos? Ou mesmo que sejam empresas nacionais.

O que vejo sempre que leio reportagens sobre o SL em geral nos grandes veículos de comunicação é um certo receio e uma dura crítica simplesmente porque é algo diferente ao que as pessoas, de maneira geral, estão acostumadas a lidar no dia-a-dia da informática. Esse é um assunto delicado que exige muito cuidado na hora de tratá-lo. Ser soberano na tecnologia do software e não ser dependente de empresas estrangeira é o ideal de qualquer país que queria crescer. E creio o Software Livre ser um caminho viável.

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[ouvindo] Strokes – On the Other Side [/ouvindo]