Archive for the ‘música’ Category

Muse pra confirmar show aqui no Brasil

EDIT: COFIRMOU!!!!AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

30 de Julho no Rio

31 em São Paulo.

02 de Agosto em Brasília

Já tinha perdido as esperanças, até que alguém na board oficial do Muse disse que iam rolar shows aqui também. Pedi a fonte e eis que ela me passou:

http://twitter.com/musewire

Agora é F5 frenético na página de datas da banda.

Até!

Anúncios

P2P é bacana! Viva a mulinha! Viva o torrent! Viva o buscador de almas!

Pois é, meus caros!

Vira e mexe o Peer-to-Peer (P2P – ponto-a-ponto) está em evidência na mídia. E sempre com um ar de criminalidade quase comparável a falsidade ideológica, estelionato e afins. Trabalho muito bem feito pelos órgãos que defendem os “direitos autorais dos artistas” (tá! conta outra, vai), já que nos últimos meses vimos trackers famosos e que vão deixar saudades para alguns (nunca me deram convites pra eles. 😥 ) sendo fechados, gente sendo processada, servidores Ed2k dizendo adeus e mais gente sendo processada. Pois é… algumas redes até correm o risco de morrerem se as coisas continuarem assim. Vou sentir saudades.  E já repararam que praticamente 100% desses órgãos são formados pelas grandes gravadoras que ainda estão presas à formatos antigos de produção e acham que artista bom é artista que gera milhões? Que raramente você vê pequenas gravadoras reclamando das redes P2P, sendo que elas sofrem ou sofreriam muito mais do que as grandes? Pense que elas vendem menos, tem menos divulgação (o que é relativamente resolvido com essas redes de compartihamento), menos artistas.

Já até ouvi que quem ama o cinema não deveria usar P2P. Mas discordo inteiramente.  Sim. Eu apoio o P2P. Me chamem de pirateiro, me chamem de ladrão, me chamem do que quiser. Só que não vou mentir: graças a essas diversas redes conheci diferentes bandas (das quais acabei comprando alguns se não todos os albuns, DVDs, ingressos de shows, merchs), assisti filmes que nunca poderia, séries de desenhos antigas que nunca poderia ter oportunidade, e por aí vai. E aí, meus amigos, que acho que as redes de compatilhamento tem seu mérito.

Talvez eu faça parte de um grupo mínimo que usa essas redes para fins benéficos, se assim posso dizer. Ao contário da maioria não estou nem um pouco interessado em TELE-SYNCS e companhia. RIPs das séries do momento, 0-day dos softwares mais usados, os últimos hits dos artistas mais pops e coisas do gênero. O que procuro em redes P2P são filmes que não posso ver por aqui – nem em VHS, nem em DVD. Os últimos filmes que suguei na mula foram Soylent Green (No Mundo de 2020 – RIchard Fleischer), Eraserhead (David Lynch), Naked Lunch (esqueci o nome em português – David Cronenberg), The King of Kong – Fistful of Quarters, Der Krieger und die Kaiserin (A Princesa e o Guerreiro). Música, então, fica até complicado listar tantas coisas que seriam praticamente impossíveis de se encontrar por aqui. Okay! Eu poderia comprar DVDs importados, gastar rios de dinheiros que não tenho, sempre dando tiros no escuro – principalmente com músicas.

Não quero convencer ninguém de que P2P é bom e você deve usar. Até poderia, mas não tenho porquê. Só que existem utilidades além de dar uma de espertinho assistindo uma filmagem tosca da tela do cinema com a última novidade. E é por isso que gosto tanto de P2P.

Grande Abraço!

Links:

Soylent Green, Richard Fleischer – No Mundo de 2020: http://www.imdb.com/title/tt0070723/
Eraserhead, David Lynch:  http://www.imdb.com/title/tt0074486/
Naked Lunch, David Cronenberg: http://www.imdb.com/title/tt0102511/
The King of Kong – A fistful of Quarters: http://www.imdb.com/title/tt0923752/
Der krieger und die Kaiserin, Tom Tykwer – A princesa e o guerreiro: http://www.imdb.com/title/tt0203632/

(vou ficar devendo links pra notícias de P2P… já enrolei demais aqui no trabalho. hehe!)

PS.: Rapidshare, Easyshare, Megaupload e companhia *não* são P2P! E por favor, parem de abusar desses serviços. Estou cansado de ler mensagens que fui filtrado porque acabaram os slots para o meu país.

Muse no Brasil

Ainda não tá confirmado, mas há possibilidade altíssima de acontecer. Não sei nem o que dizer. Dá vontade de chorar de emoção.

Tinha outras coisas para falar, mas Muse no Brasil é um assunto que não pode ser misturado com outros. Só espero que liberem mais datas, pois, a data que vi é um quinta-feira o que implicaria em eu ter que dar um jeito de não vir trabalhar meio expediente na quinta e na sexta. Espero que confirmem logo.

[ouvindo] preciso mesmo dizer? [/ouvindo]

CONTAGEM REGRESSIVA PARA O (POSSÍVEL )SHOW DO MUSE:

77 dias (se não contei errado, o que não é difícil de ter acontecido)

Paga-Pau de gringo?

De tempos em tempos surgem “fenômenos” musicais fabricados, pré fabricado, ou genuinamente talentosos. Nos tempos da internet esses “fenômenos” são cada vez mais efêmeros, localizados ou não, e constantemente mencionados em vários veículos de comunicação. Alguns são realmente talentosos e por ventura acabam criando algo de valor, que não soe como as outras tantas bandas de internet da atualidade. E claro que aqui no Brasil surgiram fenômenos como esses (preciso mencionar quais os principais?) . Porém, entre os mais recentes surgiu uma garota de apenas 15 anos, tocando algo parecido com um folk.

Não estou aqui para fazer uma análise musical da menina, não mesmo. Pelo contrário, nunca escutei sua música e apenas ouvir falar dela quando li cartas em resposta a uma matéria do caderno Folha Teen da Folha de S. Paulo de algumas semanas atrás. Fora o jornal, agora tenho a visto com certa frequência nos intervalos da MTV (por favor MTV! Pare com a lavagem cerebral, vai!) . Contudo, vê-la com essa freqüência na TV me fez lembrar das cartas indignadas dos leitores da Folha, colocando em cheque o talento da menina, dizendo que ela e outros jovens compositores deviam focar-se na cultura brasileira e deixarem de ser tão americanizados. Teve também algum comentário do glorioso Álvaro Pereira Junior, mas como não dou importância pra o que ele diz, nem me lembro de seu comentário.

Lembrar disso me fez refletir sobre algo: muitas vezes quem já passou da casa dos 20 e até mesmo algumas pessoas entre 0s 18 e 20 anos comenta que a molecada na faixa dos 15 anos é vazia, sem referência cultural, improdutiva, inerte. E de certa forma as pessoas tem razão. Vejo praticamente uma nulidade em termos produtivos das pessoas dessa faixa etária. Acontece que para toda regra existem exceções e aí que entra a menina citada lá em cima e as pessoas que a execram. Não entendo o porque dessa atitude. As pessoas deviam estar contentes que essa menina e outras pessoas de sua idade estejam produzindo algo cultural, compondo, escrevendo, usando o cérebro.

Pode ser que o ponto de crítica contra Mallu e companhia seja no fator tipo de música, ou na natural imaturidade de uma pessoa de 15 anos que se mete (no bom sentido) a compor. Talvez esses adolescentes não tenham a maturidade ideal para compreenderem melodias mais complexas e soturnas, ou escreverem algo de certa relevância. Porém, acredito que se continuarem a produzir vão amadurecer rapidamente e se tornarão bons músicos. Mas voltando ao fator tipo de música, essa é outra coisa que me intriga.

Quando vemos um músico estrangeiro com melodias que nos lembram a bossa nova, o samba de raiz, o choro e outras sonoridades brasileiras, eles são considerados músicos mais cultos. Chegam até a ganhar uma aura de descolados, visionários, músicos que se diferenciam do resto por seu amplo e excelente conhecimento musical. Não importa se é um músico antigo ou um músico novato – ele não é queimado. Agora, quando vemos um músico nacional, principalmente um iniciante, com uma sonoridade tipicamente estrangeira já vem logo alguém para apontar dedo e acusar o músico de traidor que renega a pátria e paga-pau de gringo.

Inexperientes, imaturos e sem profundidade, com erros de inglês e português, com melodias simples e óbvias, fazendo músicas chatas , toda essa “pirralhada” tem meu apoio e meu cumprimento, pois, gostaria que houvessem muito mais adolescentes como estes – diferente da maioria que a grande preocupação é saber quem tá fuçando no orkut dela.

Não estou para músicas alegres hoje.

Sábado fui ao show do Devo. Espetacular. Falo disso depois.

Não ando tendo muito o que falar. Falta de tempo pro blogui. Trabalho chato. Não consigo me concentrar nele. Não me importo de estar fora da Dead Line. Não me importo em não entregar as coisas no prazo. Não me importo com ele mais. No inicio pareceu uma decisão sábia aceitá-lo por ser temporário e de curta duração. Hoje soa como uma atitude tola. Acabou por me atrapalhar na faculdade, a qual estou tendo second thoughts e pensando em largar.Tomar atirude drástica e me dedicar ao que realmente desejo.

Hoje não tô muito animado. Chovendo muito. Clima ameno. Bom. Mas estou disperso, mal concentro no meu trabalho. Só quero ficar a ouvir músicas de melodias melancólicas, letras com metáforas ou simplesmente composições clássicas e incrivelmente tristes de Rachmaninov.

Sem vontade de fazer nada.  Nem de ler. Talvez de assistir a filmes que já vi dezenas de vezes. Ou escrever. Ou simplesmente ficar deitado ouvindo músicas de melodias melancólicas ou de melodias felizes mas com um clima triste (conseguem compreender isso? espero que sim, porque não me ocorrem exemplos), pensando em possibilidades que não se concretizaram ou não concretizarão e como seria bom “se”. Querer estar em outro lugar imaginando que talvez eu estivesse melhor lá, mas em seguida cojitar o fato de ser um possível delírio momentâneo e que talvez as coisas só ficariam pior lá. Ou ter a certeza de que as coisas seriam no mínimo diferentes, contudo, saber que não é possível. Não agora.  Pensar que tenho que mudar minha postura com algumas coisas e concluir que boa parte das coisas que queria mudar dependem de fatores externos que me desanimam e me fazem permanecer estático. Não gosto de ser estático. E a mudança não é simples. E estou tentando mudar.

Acho que é o primeiro post confessional deste blogui. Tenho que voltar ao trabalho.

Twin Peaks, Música e RPG.

Opa!

Muito tempo sem atualizar. Os últimos meses foram bem puxados, praticamente não tive tempo de ficar aqui de bobeira. Mas vamos lá! Atualização gigante!!

Bom, alguns de vocês provavelmente já ouviram falar de Twin Peaks, certo? Para quem nunca ouviu falar trata-se de uma série de TV pelo cultuado diretor David Lynch, do qual eu não tenho muita apreciação. Mas tenho que admitir! Twin Peaks é excelente. Um trama bem montada, personagens realmente desenvolvidos, personagens mais obscuros do que se pode imaginar, tensão. É uma pena que não se façam mais séries como essa – uma história relativamente simples, sem elementos fantásticos e uma ÚNICA investigação que leva a série toda. Recomendo!

Não sei quanto a vocês, mas os novos álbuns da Sahara Hotnights (What If Leaving Is A Loving Thing) e Interpol (Our Love to Admire) foram lançados recentemente. O novo da Sahara Hotnights ficou aquém das expectativas, já que o anterior eu achei muito bom. Já o novo do Interpol é o oposto. MUITO bom!

O problema com o novo álbum das Saharas Hotnights é porque achei ele um pouco perdido, sem muita definição do que elas queriam: é para ser um CD dançante ou um CD calmo de baladas rock? Não achei RUIM, muito pelo contrário, só que os anteriores são bem melhores que esse último. O caso do Interpol é, novamente, o contrário. Temos uma ótima seqüência de músicas muito bem selecionadas, que passam um clima exato do álbum. O nível do Our Love to Admire é igual ou maior do que os dois anteriores (sem contar o Black Sessions), destaque para as faixas 1 ( Pioneer to the Falls), 5(Mammoth), 6 (Pace is the Trick) e 7(All Fired Up).

Ainda sobre música, tenho que admitir que estou viciado no This is Hardcore do Pulp, definitivamente o melhor álbum deles em minha humilda opnião. Se um dia eu tiver que montar um Top 5 Músicas para Fim de Relacionamento pode ter certeza que duas desse álbum entram, e se um dia eu for montar um Top QualquerCoisa Músicas de Declaração Não Tão Boazinhas Assim tenha certeza que pelo menos uma deste álbum entrará nessa lista.

A mais ou menos 10 dias atrás teve o EIRPG desse ano. Como no ano passado fui acompanhado do pessoal da Conclave Editora e amigos e tentei jogar aquilo que não tenho a oportunidade de fazê-lo fora do EIRPG, ao contrário da maioria que prefere jogar os mesmo jogos que elas jogam todas as semanas em qualquer lugar. Dentre esses jogos estava o Desafio de Call Of Cthulhu, o qual eu perdi. E jogos de tabuleiros muito divertidos, como Ingenious, Dynasties, Die Sieben Siegel (tudo bem. È um jogo de cartas, mas não se trata de um CCG), Desbravadores de Catan (Settlers Of Catan). Isso só foi possível graças ao pessoal da Ludus, que tiveram uma sala para a demonstração dos jogos e divulgação da Ludus. Sem contar o RPG mais insano que conheci nos últimos anos: My Life With My Master.

Isso é tudo! Obrigado ao pessoal que foi comigo, ao pessoal do Cthulhu e da Ludus (especialmente o Banin que ajudou com o nome de alguns jogos que eu esqueci. hehe!).

Até mais!

FOTOS:

Dynasties: http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1226.jpg

Desbravadores de Catan: http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1222.jpg

http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1221.jpg

Marvel Heroes: http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1220.jpg

BattleLore:

http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1219.jpg

Guerra do Anel:

http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1218.jpg

Munchkin: http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1216.jpg

Cartaz do Primeiro EIRPG:

http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1203.jpg

D&D Clássico (Mestre: Ricardo Mateus): http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1202.jpg

Dogs Of Vineyard (Mestre: Itiro): http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1201.jpg

3,14159265

A verdade é que não tô tão inspirado assim para postar. Okay, eu poderia falar sobre o filme Pi que assisti alguns dias atrás, só que não ando tão empolgado para falar de filme, ainda mais filmes que 1/100 das pessoas que eu conheço iriam se interessar. Me pergunta porquê? Respondo: trata-se de um filme sobre um *matemático* que está pesquisando sobre um padrão dentro da bolsas de valores que podem leva-lo a anteceder as variações de mercado. Com o decorrer da história o personagem se envolve com pesquisadores judeus da Kabala e a busca destes pelo número que levaria ao verdadeiro nome de Deus. Além de um firma que quer a sua dedução da bolsa de valores para enriquecerem. Fora isso, há ainda suas crises com uma doença que não deixa muito claro no filme o que é. Sem contar que o filme é preto-e-branco e com pouquíssima ação. Entenderam agora o 1/100?

Tinha pensado em falar sobre outras trivialidades, como as HQ’s que pretendo comprar, o cubo mágico que comprei, sobre as aulas de alemão que começarei ano que vem e sobre o conto que escrevi e pretendo publicá-lo aqui num futuro próximo. Mas não quero falar sobre nenhum dessas coisas. Aliás, tô desconfiado de que não quero falar sobre coisa alguma. Se bem que mensionar sobre o fato de eu estar completamente viciado numa única música do provável melhor CD (Dig Me Out) da já extinta (:cry:) banda Sleater-Kinney pode ser válido. Principalmente se eu levar em conta que ao ouvir a primeira faixa que leva o nome do album eu simplesmente tenho uma vontade absurda de me tornar guitarrista. Eu nunca tive essa coisa de “quero ser guitarrista! guitarras for the win! irooooooon! metaaaaaaaaal”, muito pelo contrário – sempre odiei guitarras neste estilo, sem energia, somente técnica e com um tipo de som e melodia que me desagrada (veja, não estou dizendo que sejam ruins, estou dizendo que eu desgosto). Porém, o barulho e a energia da introdução com pouquícimos acordes (3, acho) são suficientes para que eu tenha vontade de empunhar uma guitarra. Não que a música perca força com após a introdução (mesmo porque a música segue exatamente a introdução, menos no refrão), mas é o impacto dela que me chama mais atenção. A música toda é muito boa, o vocal suplicante e aflitivo e a melodia poderosa encaixam-se perfeitamente com o que veio antes e não te deixam decepcionado, ao contrário, te fazem querer deixar no repeat e ignorar o resto do album – o que seria uma lástima.

No mais, é isso.

*********
capa do dig me out:

Photobucket - Video and Image Hosting