Archive for the ‘nerd’ Category

Carregando Backup de MySQL em outro banco

AVISO: As operações abaixos foram feitas entre PC’c com Debians. Não tenho certeza se tais procedimentos são necessários ou as mesmas para outras distribuições (com seus devidos ajustes).

AVISO: Usarei ‘A’ para o PC que teve banco copiado e B para onde ele foi carregado.

**************

Pode ter sido descuido meu, pode ter sido desatenção ao ler sobre o assunto, mas tive um pequeno problema ao fazer um backup do banco do meu servidor e carregá-lo no meu PC local (queria ver se estava tudo funcionando). Bom, tudo ocorreu sem maiores problemas até precisar reiniciar o banco por algum motivo (já fazem algumas semanas desde o ocorrido, contudo, não tive tempo de vir aqui postar) recebia a mensagem:

:/etc/init.d$ /usr/bin/mysqladmin: connect to server at ‘localhost’ failed
error: ‘Access denied for user ‘debian-sys-maint’@’localhost’ (using password: YES)’

Numa rápida pesquisa consegui descobrir que quando você carregar um backup de uma outro banco (dependendo de como você o fez) ele trará junto referências ao usuário de manutenção do banco padrão do Debian e de distribuições baseadas em Debian (o debian-sys-maint) e  as configurações deste. Então, é preciso informar ao seu banco local quais que são estas informações. Para tal, localize o arquivo debian.cnf em ambos os sistemas.

Localize o campo password . Copie o valor de ‘A’ para ‘B’. Salve o arquivo ‘B’ e tente reiniciar o serviço.

Aqui tudo voltou ao normal.

Até!

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Rails funfando. Problemas com RubyGem não encontrado resolvido

Estava desde hoje de manhã mais cedo tentando fazer um projeto interno (que funciona no sevridor e no computador do programador) funcionar localmente. Após buscas insessantes e tentativas frustradas de solucionar o problema, consegui resolver o problema abaixo:

/vendor/rails/activesupport/lib/active_support/vendor.rb:2:in `require’: no such file to load — rubygems (LoadError)
from /home/ricardo/projetos/rails/dterror-g32-dec87f63f3464e67902a7b7db6615f024e14145f/vendor/rails/activesupport/lib/active_support/vendor.rb:2
from /home/ricardo/projetos/rails/dterror-g32-dec87f63f3464e67902a7b7db6615f024e14145f/vendor/rails/activesupport/lib/active_support.rb:26:in `require’
from /home/ricardo/projetos/rails/dterror-g32-dec87f63f3464e67902a7b7db6615f024e14145f/vendor/rails/activesupport/lib/active_support.rb:26
from /home/ricardo/projetos/rails/dterror-g32-dec87f63f3464e67902a7b7db6615f024e14145f/vendor/rails/railties/lib/commands/server.rb:1:in `require’
from /home/ricardo/projetos/rails/dterror-g32-dec87f63f3464e67902a7b7db6615f024e14145f/vendor/rails/railties/lib/commands/server.rb:1
from ./script/server:3:in `require’
from ./script/server:3

Felizmente, encontrei a solução. Mesmo configurando meu environment corretamente (pelo menos de acotdo com as soluções apontadas nos sites que consultei), ele não estava achando corretamente minhas configurações. O fiz foi simplesmente chamar o ruby pelo caminho.

$: /usr/local/bin/ruby ./script/server
=> Booting Mongrel (use ‘script/server webrick’ to force WEBrick)
=> Rails 2.1.1 application starting on http://0.0.0.0:3000
=> Call with -d to detach
=> Ctrl-C to shutdown server
** Starting Mongrel listening at 0.0.0.0:3000
** Starting Rails with development environment…
** Rails loaded.
** Loading any Rails specific GemPlugins
** Signals ready. TERM => stop. USR2 => restart. INT => stop (no restart).
** Rails signals registered. HUP => reload (without restart). It might not work well.
** Mongrel 1.1.5 available at 0.0.0.0:3000
** Use CTRL-C to stop.

Espero que isso seja útil para alguém.

Até!

Lamentável

Bom dia pessoas!

Confesso que fiquei surpreso com a receptividade positiva do post anterior e acabei demorando mais do que devia para atualizar isso aqui. Mas sabem como é… trabalho, faculdade, evitar ficar no pc no tempo livre, Nintendo DS, outras coisas mais interessantes e por aí vai.

Nesse exato momento estou a ouvir Beirut que segundo a lenda virá para o Tim Festival desse ano. Preciso confirmar isso o quão antes… assim como boatos que ouvi por aí de Muse vir cá em Julho. *dedos cruzados*

Ia fazer um post sobre a aprovação na ISO do bizonho formato Office Open XML e como isso é ruim para todos. Poderia descorrer muita coisa aqui, mas tudo o que eu gostaria de falar já foi dito nesse site. Contudo, acho que uma coisa pode ser adicionada, uma explicação simples para leigos:

O problema de a ISO ter sido corrompida, ter tido enormes irregularidades no processo de votação de vários países (maior exemplo sendo a Noruega pediu oficialmente que seu voto fosse anulado – 20 e poucos Não e uma meia dúzia ou menos de Sim e o voto deles vai como SIM? Estranho, não?), e uma clara sensação de que quem fez o “padrão” ser aprovado foi o lobby da MS e não a qualidade de seu produto, não está somente no campo da corrupção. Está no fato de que isso pode impedir você de ter liberdade de escolha.

A MS quis disesperadamente aprovar um formato seu como padrão ISO porque seu concorrente conseguiu isso. E sendo um padrão é mais fácil de ser adotado por governos, empresas, e cidadão comuns idependentemente de qual programa eu uso. Em poucas palavras, isso significa dizer que seja lá qual for o programa que eu ou você utilizamos para editar nossos textos, podemos trocar arquivos no formato ODT (o concorrente) independentemente se esse é ou não o formato natural de nossos programas. Assim, você não tem que comprar um pacote de escritório que te custam 3 meses de trabalho. E que na próxima versão irá gerar arquivos que o seu programa atual não será capaz de abrir, quanto mais editar – correndo o risco dessa nova versão exculhambar com os arquivos as versões anteriores ao editá-los.

E aí vem aquela mentalidade brasileira: mas eu tenho “ófissi de graça! Peguei na internetchi!” ou “Peguei emprestado com um cara lá da firma.”  “Comprei no camelô!”. Bom, seguindo essa mentalidade do brasileiro padrão fica meio difícil argumentar com qualquer coisa que envolva dinheiro. Mas isso é o de menos. O que tá em jogo é você poder escolher ter ou não o software X. Preferir ou não o Y. Ser obrigado a trabalhar com uma única suíte de escritório simplesmente porque seu formato é proprietário e quase que proibitivo ao trabalhar em outras aplicações porque ela não colabora, é como se você fosse obriagdo a abastecer seu carro sempre e única e exclusivamente em um único posto de gasolina que fornesse um único tipo de combustível de um único distribuidor de uma única refinaria = independentemente se você não quer.

Iria me alongar nesse assunto, porém, ele me cansa. Leiam os links que postei e seus comentários. Valem mais do que eu ficar aqui divagando.

Até mais!

***********

Outros links:

http://www.noooxml.org/start
http://www.groklaw.net/article.php?story=20080328090328998

Twin Peaks, Música e RPG.

Opa!

Muito tempo sem atualizar. Os últimos meses foram bem puxados, praticamente não tive tempo de ficar aqui de bobeira. Mas vamos lá! Atualização gigante!!

Bom, alguns de vocês provavelmente já ouviram falar de Twin Peaks, certo? Para quem nunca ouviu falar trata-se de uma série de TV pelo cultuado diretor David Lynch, do qual eu não tenho muita apreciação. Mas tenho que admitir! Twin Peaks é excelente. Um trama bem montada, personagens realmente desenvolvidos, personagens mais obscuros do que se pode imaginar, tensão. É uma pena que não se façam mais séries como essa – uma história relativamente simples, sem elementos fantásticos e uma ÚNICA investigação que leva a série toda. Recomendo!

Não sei quanto a vocês, mas os novos álbuns da Sahara Hotnights (What If Leaving Is A Loving Thing) e Interpol (Our Love to Admire) foram lançados recentemente. O novo da Sahara Hotnights ficou aquém das expectativas, já que o anterior eu achei muito bom. Já o novo do Interpol é o oposto. MUITO bom!

O problema com o novo álbum das Saharas Hotnights é porque achei ele um pouco perdido, sem muita definição do que elas queriam: é para ser um CD dançante ou um CD calmo de baladas rock? Não achei RUIM, muito pelo contrário, só que os anteriores são bem melhores que esse último. O caso do Interpol é, novamente, o contrário. Temos uma ótima seqüência de músicas muito bem selecionadas, que passam um clima exato do álbum. O nível do Our Love to Admire é igual ou maior do que os dois anteriores (sem contar o Black Sessions), destaque para as faixas 1 ( Pioneer to the Falls), 5(Mammoth), 6 (Pace is the Trick) e 7(All Fired Up).

Ainda sobre música, tenho que admitir que estou viciado no This is Hardcore do Pulp, definitivamente o melhor álbum deles em minha humilda opnião. Se um dia eu tiver que montar um Top 5 Músicas para Fim de Relacionamento pode ter certeza que duas desse álbum entram, e se um dia eu for montar um Top QualquerCoisa Músicas de Declaração Não Tão Boazinhas Assim tenha certeza que pelo menos uma deste álbum entrará nessa lista.

A mais ou menos 10 dias atrás teve o EIRPG desse ano. Como no ano passado fui acompanhado do pessoal da Conclave Editora e amigos e tentei jogar aquilo que não tenho a oportunidade de fazê-lo fora do EIRPG, ao contrário da maioria que prefere jogar os mesmo jogos que elas jogam todas as semanas em qualquer lugar. Dentre esses jogos estava o Desafio de Call Of Cthulhu, o qual eu perdi. E jogos de tabuleiros muito divertidos, como Ingenious, Dynasties, Die Sieben Siegel (tudo bem. È um jogo de cartas, mas não se trata de um CCG), Desbravadores de Catan (Settlers Of Catan). Isso só foi possível graças ao pessoal da Ludus, que tiveram uma sala para a demonstração dos jogos e divulgação da Ludus. Sem contar o RPG mais insano que conheci nos últimos anos: My Life With My Master.

Isso é tudo! Obrigado ao pessoal que foi comigo, ao pessoal do Cthulhu e da Ludus (especialmente o Banin que ajudou com o nome de alguns jogos que eu esqueci. hehe!).

Até mais!

FOTOS:

Dynasties: http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1226.jpg

Desbravadores de Catan: http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1222.jpg

http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1221.jpg

Marvel Heroes: http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1220.jpg

BattleLore:

http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1219.jpg

Guerra do Anel:

http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1218.jpg

Munchkin: http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1216.jpg

Cartaz do Primeiro EIRPG:

http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1203.jpg

D&D Clássico (Mestre: Ricardo Mateus): http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1202.jpg

Dogs Of Vineyard (Mestre: Itiro): http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/eirpg/IMG_1201.jpg

Manhunt 2 e Video Jug.

Séculos sem postar.

Outro dia desses tava dando uma olhada nos meus feeds quando vi uma notícia interessante no site da BBC falando sobre um jogo proibido no Reino Unido. Lá, os produtores do jogo (Manhunt 2) falavam que consideram “o jogo uma obra de arte e que o foco do jogo é o público adulto, o qual sabe diferenciar realidade da fantasia do mundo virtual.” Porém, em minha humilde opnião, adultos e jovens adultos não procuram jogos violentos por meramente serem polêmicos. Quem procura um jogo puramente sádico são, sim, adolescentes. Eu mesmo era assim. Pra mim, quanto mais tripas e sangue um jogo tinha mais sério e intrigante o jogo era. Contudo, agora que beiro os 22 começo já procuro jogos onde a ação e a violência são coisas sem importância em um jogo, apenas algo para dar um aspecto de verosemelhança e só. Em outras palavras, jamais compraria Manhunt 2 simplesmente porque ele beira o sadismo. Se ao menos tivesse um enredo interessante, quem sabe?

Se tiver com preguiça de ler em inglês: http://www.videogamejunkie.org/?p=78

No mais, dêem uma olhada no site videojug, um site de vídeos focados em how-tos de todos os gênero – e acabou sendo uma experiência mais divertida que o youtube nos últimos tempos.

Até.

Sobre as listas de coisas que webdeseigners não devem fazer

Não raro eu vejo posts em outros bloguis como esse, onde alguém aponta os “erros” mais comuns de um projeto de página de web. Concordo com muita coisa, porém, muito dos erros apontados não são culpas diretas de quem projeta tais sítios.

Obviamente não tenho como analizar o mercado de sítios fora do Brasil, mas como fiz estágio numa empresa de serviços de web e afins no ano de 2005, quando a “filosofia” de tabless não era tão popular por aqui – eu fiz o primeiro site tabless da empresa – posso afirmar que boa parte dos equívocos de projeto são conseqüência das escolhas dos clientes. Menus animados em flash às vezes funcionam, quando bem feitos em alguns poucos casos, como no site da banda inglesa Muse, sendo que há uma opção de HTML para o site (Cabe aqui um comentário pessoal: em sites onde as visitas não são tão regulares, como o de uma banda – tudo bem, você pode freqüentar o fórum e a área de notícias, mas é provável que vocês já os tenha em seus marcadores e não seja necessária uma visita diária na página principal do sítio. ;] ). Fora essas casos, nós que trabalhamos com isso sabemos que não há necessidade e acessibilidade em menus feitos em Flash. Acontece que muitas vezes os clientes pedem, porque menus em Flash são bonitos. Assim como splash screams no início da página.

Quem costuma navegar com grande freqüência já logo procura o maravilhoso link “Skip/Pular” no rodapé da página. Mas é notável que quem não navega com tanta freqüência acha isso um recurso bacana, interessante. E eles bem pedem… “Tem como colocar uma animaçãozinha no início do site?”. E não tente convencer do contrário: argumente, contudo, não se mostre com má vontade. Fale que isso não funciona tão bem assim. È quase certo que o cliente não vai dar o braço a torcer e você vai ter que colocar a maldita da splashscream pra satisfação de seu cliente. E, afinal, ele tá certo. Ele é quem paga pelo site.

Voltando ao exemplo do site de uma banda, é comum músicos pedirem para incluir um player com suas composições no site. E é comum pedirem para que toque assim que o site carrega. O mesmo vale para vídeos. E é difícil conversar e mostrar que isso acaba por irritar o visitante. São rara as pessoas que realmente conversam e deixam a pessoa que fará o sítio expor os argumentos, tanto a favor, quanto contra a idéia do cliente. Pelo menos aqui é bem assim. Isso quando eles não mudam de idéia no meio do caminho, ou acham sua ótima idéia muito fraca e pedem pra mudar tudo e colocar aquilo que o cliente gosta. E eles tão errados? Bom, por mais que o que ele pensou seja brega e lugar comum, não tem como dizer “Cara, minha idéia é sensacional. Vou fazer isso e acho bom você aceitar”. Então, aquela coisa do drop-down menu que você tanto queria evitar terá que ser colocada – por mais que o site de seu cliente não precise. Adicione a isso que algumas pessoas realmente acham funcional pop-ups, mesmo que requeridos pelo usuário, seja para acessar uma sessão da página, seja para algum aviso ou recurso do site. Tudo bem, em alguns casos um pop-up sob requisição pode ser útil, mas incomoda, não? Então evitemos-os! Especialmente porque a maior parte dos navegadores já estão com recursos para bloquear pop-ups. Mas lá vem o cliente, que sempre tem a razão, pedir para adicionar mais um desses itens de “você não deve usar”.

E isso acaba se tornando um ciclo sem fim. O bom deseigner sabe o que ele deve evitar, sabe o que pode usar no lugar do recurso evitável, tem como fazer um site inteiramente funcional que supriria todas as necessidades do cliente, entretanto, ele está sob os desejos (até certo ponto, okay) do cliente, o que acaba limitando o deseigner.

nada e amsn anti-aliasing com tk8.5 no Linux

[[Atualização 02/06/2008: algumas versões atuais das distros mais populares já trazem o TCL/TK na sua árvore de pacotes oficiais (seja na estável ou na instável), o que pode facilitar o teu trabalho. Contudo, o guia abaixo ainda é plenamente funcional e pode ser usado para qualquer distribuição.  :]   ]]

[[Atualização: novo SVN do amsn.  Obrigado ao Arthur!]] [[https://amsn.svn.sourceforge.net/svnroot/amsn/trunk/amsn amsn]]

Opa!

Pra variar não tenho nada em especial para declarar. Por isso, resolvi fazer um guiazinho besta de como usar o aMSN (SVN, não o estável) com TK8.5 e fonts anti-aliasing no Linux. Leia até o fim antes de seguir com as instruções.

1. Começando do começo!

Você deve ter os programas ‘cvs’ e ‘svn’ para poder proceguir com tal tutorial. Para saber se ambos estão presente, digite o comando “whereis cvs” e “whereis svn” no seu terminal favorito. Lógico, sem as áspas. ;] Verificada a presença ou não prossiga, com as instruções. Se você não tiver o svn e/ou cvs , procure como instalar em sua distribuição.

Abre o seu terminal favorito (Konsole, Eterm, xterm, gnome-terminal, etc…). Entre no seu diretório de downloads. Caso você já não tenha os diretórios onde faça downloads de CVS e SVN, crie-os:

~$/diretorio/escolhido: mkdir cvs/ svn/

2 – Instalando o TCL/TK

Criado os diretórios, acesse o CVS (~$/diretorio/escolhido: cd cvs/ ) e execute o comando :

cvs -d:pserver:anonymous@tcl.cvs.sourceforge.net:/cvsroot/tcl login

Executado tal comando, ele irá pedir a senha. Basta apertar um único “Enter” e você estará logado no CVS para puxar o TCL/TK. (ele retornará a linha normal, sem nenhuma mensagem de confirmação nem nada). Feito isso, execute o comando:

cvs -z3 -d:pserver:anonymous@tcl.cvs.sourceforge.net:/cvsroot/tcl co -P tcl (na mesma linha, sem quebra)

Esse comando realizará o download do TCL, biblioteca da linguagem de programação de mesmo nome, necessária para executar o aMSN.

Finalizado o download da TCL, é hora de puxar seu quite de ferramentas, o TK (ToolKit):

cvs -d:pserver:anonymous@tktoolkit.cvs.sourceforge.net:/cvsroot/tktoolkit login

e

cvs -z3 -d:pserver:anonymous@tktoolkit.cvs.sourceforge.net:/cvsroot/tktoolkit co -P tk

Após o download do TK, entre no diretório TCL (~$/diretorio/escolhido: cd tcl/). Acesse a pasta “unix”, (~$/diretorio/escolhido: cd unix/) . Dentro desse diretório, execute o comando:

./configure –prefix=/usr/local –includedir=/usr/local/include/tcl8.5 –enable-shared –enable-threads –enable-64bit \
–mandir=/usr/local/share/man –enable-man-symlinks –enable-man-compression=gzip && make CFLAGS=”-g -O2 -D_REENTRANT”

Caso ele reclame de permissões, você deve executar o comando como super usuário através do comando ‘sudo’ ou logando como root (~$/diretorio/escolhido/tcl/unix: su root ) e depois executando tal comando mensionado acima. Copie e cole como está descrito. A linha quebrada está correta e não há nada de errado.

Esse comando habilita ‘threads’ que pode gerar alguns problemas em determinadas máquinas – aqui não gerou. Se você tiver problemas de instabilidade, re-instale o TCL desativando essa opção. Além disso, o diretório escolhido é o /usr/local/, pois, evita conflitos com programas que necessitam do tcl 8.4. Se desejar, ainda pode executar o comando “make install”, ou “sudo make install / su -c “make install” ” caso deseje disponibilizá-lo para todo o sistema. Não havendo nenhum erro na compilação do TCL, vá para o diretório do TK (~$ diretorio/escolhido/tcl/unix: cd ../../tk/unix/) . Execute:

./configure –prefix=/usr/local –includedir=/usr/local/include/tcl8.5 –with-tcl=/usr/local/lib –enable-shared –enable-threads \
–enable-64bit –enable-man-symlinks –enable-man-compression=gzip –enable-xft && make CFLAGS=”-g -O2 -D_REENTRANT”

O mesmo vale para o TK. Se você tiver as permissões não há problemas em executar tais comandos como o usuário normal. Mas caso tenha, use o super-usuário. Execute o “make install” caso deseje, esse sendo necessariamente executado por ‘sudo’ ou como super-usuário

2.1 – Instalando o aMSN

Hora de instalar o aMSN SVN (subversion). Acesse o diretório SVN que você criou no início:

~$/diretorio/escolhido/tk/unix: cd ../../svn/

Acessado o diretório, entre com o comando:

svn co https://amsn.svn.sourceforge.net/svnroot/amsn/trunk/amsn amsn

Em seguida, digite “cd amsn && svn up”, para verificar se o aMSN está com a última versão. Se ele não iniciar atualização nenhuma, obviamente, já está tudo certo.

Agora vamos instalar o amsn (tente como usuário comum):

./configure –with-tcl=/usr/local/lib –with-tk=/usr/local/lib && make

Não ocorrendo erros:

sudo make install ou su -c “make install”

Se não ocorrerem erros, crie os links com

sudo ln -s ~/amsn/amsn /usr/bin/amsn ou su -c “ln -s ~/amsn/amsn /usr/bin/amsn”

Se tentar executar o aMSN agora é capaz de ocorrer um erro de segmentação. Por tanto, atualize os links referentes ao TCL nesse momento. Entre no diretório Liste os binários referentes so TCL com o comando:

ls -l tclsh* wish*

Isso ocorre porque eles estão associados ao tcl antigo. Se desejar trocar para o mais novo e o wish e tclsh estiverem apontando para a versão 8.4, utilize o comando para poder atualizar seus links:

sudo ln -sf tclsh8.5 tclsh
sudo ln -sf wish8.5 wish

Porém, você pode utilizar o wish8.5 apenas para o aMSN. O script abaixo chama o aMSN com o wish8.5 Edite-o com seu editor preferido e salve em sua pasta /bin.

#!/bin/bash
/usr/local/bin/wish8.5 /usr/bin/amsn

Obviamente, substitua os locais do wish8.5 e do aMSN caso sejam diferentes destes. Você ainda pode criar links para o Desktop de desejar.

Se não esqueci de nada é só isso. Um grande abraço a todos.

Linux em Cybercafé

Acho que finalmente arranjei alguma coisa para falar a respeito. Não é nada fabuloso nem muito grand. Na verdade não passa de um post curto de uma idéia que tive e quem quiser ajudar ficar à vontade em colaborar.

Aqui em casa temos planos bem improváveis de se concretizarem de criarmos um cybercafé (com mais enfaze no café do que no cyber) em um grande shopping-center que irá abrir em Outubro deste ano. Bem, a idéia seria de ter livros (talvez) e revistas à venda, um espaço de leitura confortável, um café, e alguns micros com acesso à internet. Estes seriam coputadores equipados com Linux, pois como não é uma Lan-House não há maiores problemas em utilizá-lo – com excessão de algumas coisas que seriam rodadas via wine, como o IEca para aqueles sites de bancos ‘super acessíveis’. Leitura de documentos “MS” seriam feitos pelo OpenOffice ou alguma ferramente de escritório com suporte aos formatos da MS. Fora esses empecílhos, não vejo muitos problemas em se utilizar somente Linux para cybercafés. Acontece que ainda não tenho uma lista definida de o que poderia ser usado nos desktops. Sugestões, alguém? Aqui vai minha pequena listinha:

*Clientes*

Distro:
???

Desktop Manager:
-KDE: com um estilo mais “quiosque”, sem muita flexibilidade.

Players:
-Música: audacious ou qt-equivalente (ou talvez amarok, apesar de achar muito para um cybercafé)
-Vídeo:
*Kaffeine (pela integração com firefox/konqueror/opera e variedade de codecs)
segunda opção: KMPlayer

*RealPlayer: caso não seja utilizada ‘gambiarra’ pros outros acima.

Escritório:
-Koffice ou OpenOffice
-Edição rápida de textos: kedit/kate

Imagens:
– GIMP (para edição)
– QComicBook (para hq’s)
– Gwenview (visualizar – talvez um mais rápido, como o Eyes Of The Gnome)
– DigiCam

Internet:
– Firefox, Opera, Konqueror, IEca-wined
– Kopete/aMSN
– ssh client (nunca se sabe se algum cliente vai querer usar… heheh)

Cliente para logar:
-Openkiosk (se souberem de algum outro, avisem)

*Servidor*

– Serviços necessários para prestar acesso e mais algumas outras coisas
– Servidor OpenKiosk

Como não sei o quão seguro seria oferecer acesso ao cd-rom/usb. Talvez fosse melhor eles irem até o balcão pedir pra descarregar a câmera/iPod/Pen Drive. Ou não? Gostaria da opnião de vocês.

Acho que por enquanto seriam só esses os programas necessários, certo? Qualquer nova idéia, digam.

Ah, sim! E também o controle de produtos/preços seria feito por Linux. Creio que o Stoq seja suficiente e até de mais para tal, mas ele possui suporte a leitores de barra de código. Se souberem de algum software que mostre na tela (lembre-se, estou falando de programas X11) o que foi lido pelo hardware, ficaria agradecido.

Por enquanto é isso!
Grande abraço!

3,14159265

A verdade é que não tô tão inspirado assim para postar. Okay, eu poderia falar sobre o filme Pi que assisti alguns dias atrás, só que não ando tão empolgado para falar de filme, ainda mais filmes que 1/100 das pessoas que eu conheço iriam se interessar. Me pergunta porquê? Respondo: trata-se de um filme sobre um *matemático* que está pesquisando sobre um padrão dentro da bolsas de valores que podem leva-lo a anteceder as variações de mercado. Com o decorrer da história o personagem se envolve com pesquisadores judeus da Kabala e a busca destes pelo número que levaria ao verdadeiro nome de Deus. Além de um firma que quer a sua dedução da bolsa de valores para enriquecerem. Fora isso, há ainda suas crises com uma doença que não deixa muito claro no filme o que é. Sem contar que o filme é preto-e-branco e com pouquíssima ação. Entenderam agora o 1/100?

Tinha pensado em falar sobre outras trivialidades, como as HQ’s que pretendo comprar, o cubo mágico que comprei, sobre as aulas de alemão que começarei ano que vem e sobre o conto que escrevi e pretendo publicá-lo aqui num futuro próximo. Mas não quero falar sobre nenhum dessas coisas. Aliás, tô desconfiado de que não quero falar sobre coisa alguma. Se bem que mensionar sobre o fato de eu estar completamente viciado numa única música do provável melhor CD (Dig Me Out) da já extinta (:cry:) banda Sleater-Kinney pode ser válido. Principalmente se eu levar em conta que ao ouvir a primeira faixa que leva o nome do album eu simplesmente tenho uma vontade absurda de me tornar guitarrista. Eu nunca tive essa coisa de “quero ser guitarrista! guitarras for the win! irooooooon! metaaaaaaaaal”, muito pelo contrário – sempre odiei guitarras neste estilo, sem energia, somente técnica e com um tipo de som e melodia que me desagrada (veja, não estou dizendo que sejam ruins, estou dizendo que eu desgosto). Porém, o barulho e a energia da introdução com pouquícimos acordes (3, acho) são suficientes para que eu tenha vontade de empunhar uma guitarra. Não que a música perca força com após a introdução (mesmo porque a música segue exatamente a introdução, menos no refrão), mas é o impacto dela que me chama mais atenção. A música toda é muito boa, o vocal suplicante e aflitivo e a melodia poderosa encaixam-se perfeitamente com o que veio antes e não te deixam decepcionado, ao contrário, te fazem querer deixar no repeat e ignorar o resto do album – o que seria uma lástima.

No mais, é isso.

*********
capa do dig me out:

Photobucket - Video and Image Hosting

Um post rápido

Não ando com muita inspiração para postar, mas não posso deixar de comentar, novamente, sobre Billy & Mandy. Sim, é praticamente de lei eu comentar sobre esse desenho, mas entendam que sempre há alguma referência MUITO interessante a ser comentada. No último episódio? Tirando a reprise do episódio da fenix da caixa de cereal e o D20 pelúcia no carro do pai do Billy (já comentei sobre esse episódio. Procurem! :P), no primeiro pude perceber 3 nítidas referências: Ultraman/Ultra Seven, Kill Bill e Akira (siiiiiiiiiiiiiiiim! AKiiiiiiiiiiiiiiira! “Kaneeeeeeeeeeeeeeedaaaaaaaaaaaaaaaa! !!” “Tetsuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu”). 😈

Em dado momento do episódio, Grim (mal e porcamente chamado de Puro-Osso), leva Billy e seu amigo Theo (se não me engano o nome…) para a dimensão dos monstros gigantes reais. Lá, Billy é transformando em “Ultraman” por Grim para combater um mostro de 3 cabeças. Mandy, porém, não está na tal dimensão e se irrita ao descobrir que Grim a deixou para trás e vai atrás deles quando descobre por um bilhete deixado por Billy (que supostamente deveria contar que eles foram todos cortar o cabelo mas deixou claro que foram para a tal dimensão paralela). Ao chegar na tal dimensão, Mandy está trajando o clássico macacão amarelo da Noiva e pilota a moto de Kaneda. +_+

Perfeito, não?

Um grande abraço a todos!