Archive for the ‘pi’ Category

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A verdade é que não tô tão inspirado assim para postar. Okay, eu poderia falar sobre o filme Pi que assisti alguns dias atrás, só que não ando tão empolgado para falar de filme, ainda mais filmes que 1/100 das pessoas que eu conheço iriam se interessar. Me pergunta porquê? Respondo: trata-se de um filme sobre um *matemático* que está pesquisando sobre um padrão dentro da bolsas de valores que podem leva-lo a anteceder as variações de mercado. Com o decorrer da história o personagem se envolve com pesquisadores judeus da Kabala e a busca destes pelo número que levaria ao verdadeiro nome de Deus. Além de um firma que quer a sua dedução da bolsa de valores para enriquecerem. Fora isso, há ainda suas crises com uma doença que não deixa muito claro no filme o que é. Sem contar que o filme é preto-e-branco e com pouquíssima ação. Entenderam agora o 1/100?

Tinha pensado em falar sobre outras trivialidades, como as HQ’s que pretendo comprar, o cubo mágico que comprei, sobre as aulas de alemão que começarei ano que vem e sobre o conto que escrevi e pretendo publicá-lo aqui num futuro próximo. Mas não quero falar sobre nenhum dessas coisas. Aliás, tô desconfiado de que não quero falar sobre coisa alguma. Se bem que mensionar sobre o fato de eu estar completamente viciado numa única música do provável melhor CD (Dig Me Out) da já extinta (:cry:) banda Sleater-Kinney pode ser válido. Principalmente se eu levar em conta que ao ouvir a primeira faixa que leva o nome do album eu simplesmente tenho uma vontade absurda de me tornar guitarrista. Eu nunca tive essa coisa de “quero ser guitarrista! guitarras for the win! irooooooon! metaaaaaaaaal”, muito pelo contrário – sempre odiei guitarras neste estilo, sem energia, somente técnica e com um tipo de som e melodia que me desagrada (veja, não estou dizendo que sejam ruins, estou dizendo que eu desgosto). Porém, o barulho e a energia da introdução com pouquícimos acordes (3, acho) são suficientes para que eu tenha vontade de empunhar uma guitarra. Não que a música perca força com após a introdução (mesmo porque a música segue exatamente a introdução, menos no refrão), mas é o impacto dela que me chama mais atenção. A música toda é muito boa, o vocal suplicante e aflitivo e a melodia poderosa encaixam-se perfeitamente com o que veio antes e não te deixam decepcionado, ao contrário, te fazem querer deixar no repeat e ignorar o resto do album – o que seria uma lástima.

No mais, é isso.

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capa do dig me out:

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