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Steve Jobs rebate críticas da Adobe

Em vista das recentes críticas sobre o Apple Flash feitas pela Adobe, que chamou a tecnologia da Apple de “resquício da velha internet”, Steve Jobs escreveu uma carta aberta onde rebate tais críticas. “[…]Os usuário não sabem o que querem. E eles querem o Apple Flash. Não querem mudar seus hábitos de navegação. A maior parte do conteúdo multimídia de entretenimento e informação é distribuído nessa plataforma. Poucos ou quase ninguém distribui seu conteúdo através do HTML5. Quantos navegadores já possuem suporte completo a essa nova plataforma?”.

Ainda sobre a onipresença do Apple Flash como conteúdo interativo, Jobs acrescenta que a maior parte dos jogos para web browsers são feitos nessa plataforma: “O usuário não quer precisar instalar um jogo que ele irá usará uma única vez. O que ele quer é uma plataforma única onde pode usufruir de diversos jogos feitos por diferentes desenvolvedores distribuídos nos mais diferentes sites. Pense nos vários sites que distribuem jogos educativos em Apple Flash justamente por sua onipresença. Coloque a oportunidade de se usar esses jogos com uma fantástica e inovaodra plataforma como o iPad.”

Sobre as falhas no Apple Flash, Steve Jobs rebate dizendo “[…] nenhum software é perfeito e nós na Apple trabalhamos cada vez mais para melhorar a segurança e a estabilidade de nossos produtos.” e finaliza dizendo que “ainda há muito espaço para o Apple Flash. No futuro o Apple Flash naturalmente irá sumir, mas no presente ainda é difícil imaginar um mundo digital sem ele: seja em plataformas móveis e inovadoras, seja nos netbooks, sejam nos computadores de mesa e laptops”.

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imo.im : uma bela alternativa ao meebo

[EDIT: formulário para ajudar na tradução.
http://spreadsheets.google.com/embeddedform?key=p13YIGzf7_NyqIfckcmnSLQ ]

[EDIT: faltou o link para a página de traduções: https://imo.im/translate.html?lang=pt-BR#table — aconcelho usarem a forma de perguntas, pois ela já trás outras traduções feitas por outos usuários.]

Olá!

Faz tempo que não venho aqui no wordpress. Faltava-me um motivo para postar e finalmente encontrei, mesmo que meio besta.

Outro dia desses conversando com um amigo meu notei que ele estava usando um cliente de web que não conhecia: imo.im. Fui investigar e descobri ser um site muito bacana. Oferece conectividade aos mais populares serviços de IM – msn, yahoo, aol/icq, gtalk, skype, myspace. Dentre as excelentes características do site está seu visual bem leve e sua interface intuitiva. Possui possibilidade de conversa por voz, vídeo (necessita flash), envio e recebimento de mensagens offlines, adição de fotos, dentre outras. Por ser um aplicativo web, não importa se você usa Linux, Windows ou Mac. Ele também pode ser acessado por plataformas móveis, incluindo o iPhone.

O serviço possui tradução já em 100% para o português do Brasil – inclusive ajudei -, mas acho que pode ser melhorada. Vejo se até o fim da semana monto um google docs com algumas sugestões minhas para termos que podem ter mais de uma tradução e qual se encaixaria melhor no contexto do aplicativo.

No mais, é isso!

Até

P.S.: se tiver problemas em usá-lo com o Firefox com o NoScript ligado, tente adicioná-lo à lista branca.

Brasileiro e a Internet – parte II

Então que mais uma vez, de novo, pela sei-lá qual vez, nós, brasileiros batemos o recorde de tempos de acesso a internet, segundo o [1]NetRatings. Além de mostrar o tempo de acesso, a pesquisa também mostra os sites mais acessados, o que revela o hábito do brasileiro: perder tempo.

Não faz muito tempo uma outra pesquisa apontou que apesar de sermos o topo no tempo de acesso, somos o topo no uso indevido desta.

E querem me convencer de que vender computadores baratos e facilitar o acesso a internet a todos é a solução para os problemas educacionais do país. Deve existir, sim, uma inclusão digital, mas feita direito.

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E o senado Eduardo Azeredo enviou, de novo, [2]um projeto de lei para tornar a internet mais segura, onde você teria acesso a informações sigilosas sobre quem está acessando a internet sem precisar do aval de juizes e coisas do gênero. Não é exatamente isso, mas essa foi a minha interpretação.

Por mais absurdo que isso possa soar, após conversar com várias pessoas, concluí que isso é realmente necessário aqui no Brasil, já que não sabemos nos comportar e sempre fazemos mau uso da liberdade que nos é dada.

Até mais

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[1] http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u22080.shtml
[2] http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u117438.shtml

Isso sim é acessibilidade

O resto é resto!

http://i19.photobucket.com/albums/b171/twoevileyes/blog/acessibilidade.png

abraços!

Sobre as listas de coisas que webdeseigners não devem fazer

Não raro eu vejo posts em outros bloguis como esse, onde alguém aponta os “erros” mais comuns de um projeto de página de web. Concordo com muita coisa, porém, muito dos erros apontados não são culpas diretas de quem projeta tais sítios.

Obviamente não tenho como analizar o mercado de sítios fora do Brasil, mas como fiz estágio numa empresa de serviços de web e afins no ano de 2005, quando a “filosofia” de tabless não era tão popular por aqui – eu fiz o primeiro site tabless da empresa – posso afirmar que boa parte dos equívocos de projeto são conseqüência das escolhas dos clientes. Menus animados em flash às vezes funcionam, quando bem feitos em alguns poucos casos, como no site da banda inglesa Muse, sendo que há uma opção de HTML para o site (Cabe aqui um comentário pessoal: em sites onde as visitas não são tão regulares, como o de uma banda – tudo bem, você pode freqüentar o fórum e a área de notícias, mas é provável que vocês já os tenha em seus marcadores e não seja necessária uma visita diária na página principal do sítio. ;] ). Fora essas casos, nós que trabalhamos com isso sabemos que não há necessidade e acessibilidade em menus feitos em Flash. Acontece que muitas vezes os clientes pedem, porque menus em Flash são bonitos. Assim como splash screams no início da página.

Quem costuma navegar com grande freqüência já logo procura o maravilhoso link “Skip/Pular” no rodapé da página. Mas é notável que quem não navega com tanta freqüência acha isso um recurso bacana, interessante. E eles bem pedem… “Tem como colocar uma animaçãozinha no início do site?”. E não tente convencer do contrário: argumente, contudo, não se mostre com má vontade. Fale que isso não funciona tão bem assim. È quase certo que o cliente não vai dar o braço a torcer e você vai ter que colocar a maldita da splashscream pra satisfação de seu cliente. E, afinal, ele tá certo. Ele é quem paga pelo site.

Voltando ao exemplo do site de uma banda, é comum músicos pedirem para incluir um player com suas composições no site. E é comum pedirem para que toque assim que o site carrega. O mesmo vale para vídeos. E é difícil conversar e mostrar que isso acaba por irritar o visitante. São rara as pessoas que realmente conversam e deixam a pessoa que fará o sítio expor os argumentos, tanto a favor, quanto contra a idéia do cliente. Pelo menos aqui é bem assim. Isso quando eles não mudam de idéia no meio do caminho, ou acham sua ótima idéia muito fraca e pedem pra mudar tudo e colocar aquilo que o cliente gosta. E eles tão errados? Bom, por mais que o que ele pensou seja brega e lugar comum, não tem como dizer “Cara, minha idéia é sensacional. Vou fazer isso e acho bom você aceitar”. Então, aquela coisa do drop-down menu que você tanto queria evitar terá que ser colocada – por mais que o site de seu cliente não precise. Adicione a isso que algumas pessoas realmente acham funcional pop-ups, mesmo que requeridos pelo usuário, seja para acessar uma sessão da página, seja para algum aviso ou recurso do site. Tudo bem, em alguns casos um pop-up sob requisição pode ser útil, mas incomoda, não? Então evitemos-os! Especialmente porque a maior parte dos navegadores já estão com recursos para bloquear pop-ups. Mas lá vem o cliente, que sempre tem a razão, pedir para adicionar mais um desses itens de “você não deve usar”.

E isso acaba se tornando um ciclo sem fim. O bom deseigner sabe o que ele deve evitar, sabe o que pode usar no lugar do recurso evitável, tem como fazer um site inteiramente funcional que supriria todas as necessidades do cliente, entretanto, ele está sob os desejos (até certo ponto, okay) do cliente, o que acaba limitando o deseigner.