Archive for the ‘linux’ Category

Carregando Backup de MySQL em outro banco

AVISO: As operações abaixos foram feitas entre PC’c com Debians. Não tenho certeza se tais procedimentos são necessários ou as mesmas para outras distribuições (com seus devidos ajustes).

AVISO: Usarei ‘A’ para o PC que teve banco copiado e B para onde ele foi carregado.

**************

Pode ter sido descuido meu, pode ter sido desatenção ao ler sobre o assunto, mas tive um pequeno problema ao fazer um backup do banco do meu servidor e carregá-lo no meu PC local (queria ver se estava tudo funcionando). Bom, tudo ocorreu sem maiores problemas até precisar reiniciar o banco por algum motivo (já fazem algumas semanas desde o ocorrido, contudo, não tive tempo de vir aqui postar) recebia a mensagem:

:/etc/init.d$ /usr/bin/mysqladmin: connect to server at ‘localhost’ failed
error: ‘Access denied for user ‘debian-sys-maint’@’localhost’ (using password: YES)’

Numa rápida pesquisa consegui descobrir que quando você carregar um backup de uma outro banco (dependendo de como você o fez) ele trará junto referências ao usuário de manutenção do banco padrão do Debian e de distribuições baseadas em Debian (o debian-sys-maint) e  as configurações deste. Então, é preciso informar ao seu banco local quais que são estas informações. Para tal, localize o arquivo debian.cnf em ambos os sistemas.

Localize o campo password . Copie o valor de ‘A’ para ‘B’. Salve o arquivo ‘B’ e tente reiniciar o serviço.

Aqui tudo voltou ao normal.

Até!

Anúncios

Lamentável

Bom dia pessoas!

Confesso que fiquei surpreso com a receptividade positiva do post anterior e acabei demorando mais do que devia para atualizar isso aqui. Mas sabem como é… trabalho, faculdade, evitar ficar no pc no tempo livre, Nintendo DS, outras coisas mais interessantes e por aí vai.

Nesse exato momento estou a ouvir Beirut que segundo a lenda virá para o Tim Festival desse ano. Preciso confirmar isso o quão antes… assim como boatos que ouvi por aí de Muse vir cá em Julho. *dedos cruzados*

Ia fazer um post sobre a aprovação na ISO do bizonho formato Office Open XML e como isso é ruim para todos. Poderia descorrer muita coisa aqui, mas tudo o que eu gostaria de falar já foi dito nesse site. Contudo, acho que uma coisa pode ser adicionada, uma explicação simples para leigos:

O problema de a ISO ter sido corrompida, ter tido enormes irregularidades no processo de votação de vários países (maior exemplo sendo a Noruega pediu oficialmente que seu voto fosse anulado – 20 e poucos Não e uma meia dúzia ou menos de Sim e o voto deles vai como SIM? Estranho, não?), e uma clara sensação de que quem fez o “padrão” ser aprovado foi o lobby da MS e não a qualidade de seu produto, não está somente no campo da corrupção. Está no fato de que isso pode impedir você de ter liberdade de escolha.

A MS quis disesperadamente aprovar um formato seu como padrão ISO porque seu concorrente conseguiu isso. E sendo um padrão é mais fácil de ser adotado por governos, empresas, e cidadão comuns idependentemente de qual programa eu uso. Em poucas palavras, isso significa dizer que seja lá qual for o programa que eu ou você utilizamos para editar nossos textos, podemos trocar arquivos no formato ODT (o concorrente) independentemente se esse é ou não o formato natural de nossos programas. Assim, você não tem que comprar um pacote de escritório que te custam 3 meses de trabalho. E que na próxima versão irá gerar arquivos que o seu programa atual não será capaz de abrir, quanto mais editar – correndo o risco dessa nova versão exculhambar com os arquivos as versões anteriores ao editá-los.

E aí vem aquela mentalidade brasileira: mas eu tenho “ófissi de graça! Peguei na internetchi!” ou “Peguei emprestado com um cara lá da firma.”  “Comprei no camelô!”. Bom, seguindo essa mentalidade do brasileiro padrão fica meio difícil argumentar com qualquer coisa que envolva dinheiro. Mas isso é o de menos. O que tá em jogo é você poder escolher ter ou não o software X. Preferir ou não o Y. Ser obrigado a trabalhar com uma única suíte de escritório simplesmente porque seu formato é proprietário e quase que proibitivo ao trabalhar em outras aplicações porque ela não colabora, é como se você fosse obriagdo a abastecer seu carro sempre e única e exclusivamente em um único posto de gasolina que fornesse um único tipo de combustível de um único distribuidor de uma única refinaria = independentemente se você não quer.

Iria me alongar nesse assunto, porém, ele me cansa. Leiam os links que postei e seus comentários. Valem mais do que eu ficar aqui divagando.

Até mais!

***********

Outros links:

http://www.noooxml.org/start
http://www.groklaw.net/article.php?story=20080328090328998

Compatibilidade de pereiféricos no Linux: camapanha BR-Linux

E aí?

Post geek! Divulgando resultado da campanha de compatibilidade do BR-Linux:

Citando:

Ajude a divulgar a lista brasileira de equipamentos e serviços compatíveis com Linux
…e concorra a MP4 e MP3 players, mochilas Targus, períodos de VoIP grátis e até a ventiladores USB – além de contribuir automaticamente para doações para a Wikipedia e o WordPress! O BR-Linux coletou mais de 12.000 registros de compatibilidade de equipamentos e serviços (webcams, scanners, notebooks, …) na sua Pesquisa Nacional de Compatibilidade 2007, e agora convida a comunidade a ajudar a divulgar o resultado. Veja as regras da promoção no BR-Linux e ajude a divulgar – quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux à Wikipedia e ao WordPress. ”

Abraços!

nada e amsn anti-aliasing com tk8.5 no Linux

[[Atualização 02/06/2008: algumas versões atuais das distros mais populares já trazem o TCL/TK na sua árvore de pacotes oficiais (seja na estável ou na instável), o que pode facilitar o teu trabalho. Contudo, o guia abaixo ainda é plenamente funcional e pode ser usado para qualquer distribuição.  :]   ]]

[[Atualização: novo SVN do amsn.  Obrigado ao Arthur!]] [[https://amsn.svn.sourceforge.net/svnroot/amsn/trunk/amsn amsn]]

Opa!

Pra variar não tenho nada em especial para declarar. Por isso, resolvi fazer um guiazinho besta de como usar o aMSN (SVN, não o estável) com TK8.5 e fonts anti-aliasing no Linux. Leia até o fim antes de seguir com as instruções.

1. Começando do começo!

Você deve ter os programas ‘cvs’ e ‘svn’ para poder proceguir com tal tutorial. Para saber se ambos estão presente, digite o comando “whereis cvs” e “whereis svn” no seu terminal favorito. Lógico, sem as áspas. ;] Verificada a presença ou não prossiga, com as instruções. Se você não tiver o svn e/ou cvs , procure como instalar em sua distribuição.

Abre o seu terminal favorito (Konsole, Eterm, xterm, gnome-terminal, etc…). Entre no seu diretório de downloads. Caso você já não tenha os diretórios onde faça downloads de CVS e SVN, crie-os:

~$/diretorio/escolhido: mkdir cvs/ svn/

2 – Instalando o TCL/TK

Criado os diretórios, acesse o CVS (~$/diretorio/escolhido: cd cvs/ ) e execute o comando :

cvs -d:pserver:anonymous@tcl.cvs.sourceforge.net:/cvsroot/tcl login

Executado tal comando, ele irá pedir a senha. Basta apertar um único “Enter” e você estará logado no CVS para puxar o TCL/TK. (ele retornará a linha normal, sem nenhuma mensagem de confirmação nem nada). Feito isso, execute o comando:

cvs -z3 -d:pserver:anonymous@tcl.cvs.sourceforge.net:/cvsroot/tcl co -P tcl (na mesma linha, sem quebra)

Esse comando realizará o download do TCL, biblioteca da linguagem de programação de mesmo nome, necessária para executar o aMSN.

Finalizado o download da TCL, é hora de puxar seu quite de ferramentas, o TK (ToolKit):

cvs -d:pserver:anonymous@tktoolkit.cvs.sourceforge.net:/cvsroot/tktoolkit login

e

cvs -z3 -d:pserver:anonymous@tktoolkit.cvs.sourceforge.net:/cvsroot/tktoolkit co -P tk

Após o download do TK, entre no diretório TCL (~$/diretorio/escolhido: cd tcl/). Acesse a pasta “unix”, (~$/diretorio/escolhido: cd unix/) . Dentro desse diretório, execute o comando:

./configure –prefix=/usr/local –includedir=/usr/local/include/tcl8.5 –enable-shared –enable-threads –enable-64bit \
–mandir=/usr/local/share/man –enable-man-symlinks –enable-man-compression=gzip && make CFLAGS=”-g -O2 -D_REENTRANT”

Caso ele reclame de permissões, você deve executar o comando como super usuário através do comando ‘sudo’ ou logando como root (~$/diretorio/escolhido/tcl/unix: su root ) e depois executando tal comando mensionado acima. Copie e cole como está descrito. A linha quebrada está correta e não há nada de errado.

Esse comando habilita ‘threads’ que pode gerar alguns problemas em determinadas máquinas – aqui não gerou. Se você tiver problemas de instabilidade, re-instale o TCL desativando essa opção. Além disso, o diretório escolhido é o /usr/local/, pois, evita conflitos com programas que necessitam do tcl 8.4. Se desejar, ainda pode executar o comando “make install”, ou “sudo make install / su -c “make install” ” caso deseje disponibilizá-lo para todo o sistema. Não havendo nenhum erro na compilação do TCL, vá para o diretório do TK (~$ diretorio/escolhido/tcl/unix: cd ../../tk/unix/) . Execute:

./configure –prefix=/usr/local –includedir=/usr/local/include/tcl8.5 –with-tcl=/usr/local/lib –enable-shared –enable-threads \
–enable-64bit –enable-man-symlinks –enable-man-compression=gzip –enable-xft && make CFLAGS=”-g -O2 -D_REENTRANT”

O mesmo vale para o TK. Se você tiver as permissões não há problemas em executar tais comandos como o usuário normal. Mas caso tenha, use o super-usuário. Execute o “make install” caso deseje, esse sendo necessariamente executado por ‘sudo’ ou como super-usuário

2.1 – Instalando o aMSN

Hora de instalar o aMSN SVN (subversion). Acesse o diretório SVN que você criou no início:

~$/diretorio/escolhido/tk/unix: cd ../../svn/

Acessado o diretório, entre com o comando:

svn co https://amsn.svn.sourceforge.net/svnroot/amsn/trunk/amsn amsn

Em seguida, digite “cd amsn && svn up”, para verificar se o aMSN está com a última versão. Se ele não iniciar atualização nenhuma, obviamente, já está tudo certo.

Agora vamos instalar o amsn (tente como usuário comum):

./configure –with-tcl=/usr/local/lib –with-tk=/usr/local/lib && make

Não ocorrendo erros:

sudo make install ou su -c “make install”

Se não ocorrerem erros, crie os links com

sudo ln -s ~/amsn/amsn /usr/bin/amsn ou su -c “ln -s ~/amsn/amsn /usr/bin/amsn”

Se tentar executar o aMSN agora é capaz de ocorrer um erro de segmentação. Por tanto, atualize os links referentes ao TCL nesse momento. Entre no diretório Liste os binários referentes so TCL com o comando:

ls -l tclsh* wish*

Isso ocorre porque eles estão associados ao tcl antigo. Se desejar trocar para o mais novo e o wish e tclsh estiverem apontando para a versão 8.4, utilize o comando para poder atualizar seus links:

sudo ln -sf tclsh8.5 tclsh
sudo ln -sf wish8.5 wish

Porém, você pode utilizar o wish8.5 apenas para o aMSN. O script abaixo chama o aMSN com o wish8.5 Edite-o com seu editor preferido e salve em sua pasta /bin.

#!/bin/bash
/usr/local/bin/wish8.5 /usr/bin/amsn

Obviamente, substitua os locais do wish8.5 e do aMSN caso sejam diferentes destes. Você ainda pode criar links para o Desktop de desejar.

Se não esqueci de nada é só isso. Um grande abraço a todos.

Linux em Cybercafé

Acho que finalmente arranjei alguma coisa para falar a respeito. Não é nada fabuloso nem muito grand. Na verdade não passa de um post curto de uma idéia que tive e quem quiser ajudar ficar à vontade em colaborar.

Aqui em casa temos planos bem improváveis de se concretizarem de criarmos um cybercafé (com mais enfaze no café do que no cyber) em um grande shopping-center que irá abrir em Outubro deste ano. Bem, a idéia seria de ter livros (talvez) e revistas à venda, um espaço de leitura confortável, um café, e alguns micros com acesso à internet. Estes seriam coputadores equipados com Linux, pois como não é uma Lan-House não há maiores problemas em utilizá-lo – com excessão de algumas coisas que seriam rodadas via wine, como o IEca para aqueles sites de bancos ‘super acessíveis’. Leitura de documentos “MS” seriam feitos pelo OpenOffice ou alguma ferramente de escritório com suporte aos formatos da MS. Fora esses empecílhos, não vejo muitos problemas em se utilizar somente Linux para cybercafés. Acontece que ainda não tenho uma lista definida de o que poderia ser usado nos desktops. Sugestões, alguém? Aqui vai minha pequena listinha:

*Clientes*

Distro:
???

Desktop Manager:
-KDE: com um estilo mais “quiosque”, sem muita flexibilidade.

Players:
-Música: audacious ou qt-equivalente (ou talvez amarok, apesar de achar muito para um cybercafé)
-Vídeo:
*Kaffeine (pela integração com firefox/konqueror/opera e variedade de codecs)
segunda opção: KMPlayer

*RealPlayer: caso não seja utilizada ‘gambiarra’ pros outros acima.

Escritório:
-Koffice ou OpenOffice
-Edição rápida de textos: kedit/kate

Imagens:
– GIMP (para edição)
– QComicBook (para hq’s)
– Gwenview (visualizar – talvez um mais rápido, como o Eyes Of The Gnome)
– DigiCam

Internet:
– Firefox, Opera, Konqueror, IEca-wined
– Kopete/aMSN
– ssh client (nunca se sabe se algum cliente vai querer usar… heheh)

Cliente para logar:
-Openkiosk (se souberem de algum outro, avisem)

*Servidor*

– Serviços necessários para prestar acesso e mais algumas outras coisas
– Servidor OpenKiosk

Como não sei o quão seguro seria oferecer acesso ao cd-rom/usb. Talvez fosse melhor eles irem até o balcão pedir pra descarregar a câmera/iPod/Pen Drive. Ou não? Gostaria da opnião de vocês.

Acho que por enquanto seriam só esses os programas necessários, certo? Qualquer nova idéia, digam.

Ah, sim! E também o controle de produtos/preços seria feito por Linux. Creio que o Stoq seja suficiente e até de mais para tal, mas ele possui suporte a leitores de barra de código. Se souberem de algum software que mostre na tela (lembre-se, estou falando de programas X11) o que foi lido pelo hardware, ficaria agradecido.

Por enquanto é isso!
Grande abraço!